23 ago

5 Mulheres importantes na informática

No século XXI a internet se tornou uma coisa tão cotidiana que é difícil imaginar uma vida sem ela. Para uma criança que já nasceu com essa tecnologia é impossível crer que houve um tempo em que as pessoas não sabiam sequer que poderiam criar um site grátis, por exemplo.

Entretanto, apesar de terem sido pioneiras nessa área, as mulheres estão muito distante da informática. Estudos apontam que a falta de incentivo na infância é o motivo para elas não escolherem a tecnologia como meio de trabalho.

Felizmente, o desenvolvimento das redes sociais e de blogs como profissões está atraindo o olhar de mais meninas para o computador. Plataformas como o Wix permitem que jovens garotas se interessem pelo mundo da tecnologia.

Pode até parecer que elas estão trabalhando apenas com gestão de redes sociais, entretanto, muitas estudam para poder aplicar plugins e estratégias de desenvolvimento.

Chega a um ponto no qual elas precisam customizar suas páginas e aprendem programação só para poder usar ferramentas como o Wix Code, que permite que seu site fique com uma identidade ainda mais única.

Porém também é preciso mostrar para as meninas modelos que as represente. Para citar cinco exemplos podemos falar de:

Grace Hopper

Se hoje é possível usar uma ferramenta como o Wix Code para customizar o seu site, é preciso agradecer a Grace Hopper, a mãe da programação de computadores. 

Primeira mulher a se formar na Universidade de Yale (EUA) com PhD em matemática, ela foi responsável pela criação de algumas das linguagens de programação.

Ela é uma das criadoras da COBOL – Linguagem comum orientada para negócios. Essa linguagem de programação para banco de dados comerciais é usada em empresas do mundo todo até os dias de hoje.

Além disso, ela fez parte da Marinha Americana durante a Segunda Guerra Mundial. Sua função era programar o Mark I, o primeiro computador de grande capacidade da história.

Depois da Guerra, Hopper continuou suas pesquisas e, sem querer, foi pioneira da codificação. Isso se deu pelo fato de que ela descobriu como fazer o processamento de dados.

Para se ter uma noção a respeito do seu grau de desenvolvimento intelectual, ela desenvolve o aparelho para processamento de dados em uma época na qual computadores só serviam para cálculos. Grace foi quem explicou para seus colegas como a máquina poderia ser mais eficiente.

O termo “bug” de computador também foi batizado por ela.

Jean Sammet

Uma das co-criadoras da COBOL, também foi responsável pela criação do FORMAC, uma linguagem de computador que podia manipular fórmulas da matemática e realizar cálculos complexos. 

Em 1969 ela lançava seu livro sobre programação de computadores, o “Programming Languages: History and Fundamentals”, em tradução livre ‘Linguagens da Programação: história e fundamentos’.

Além disso, ela foi presidente da ACM, uma associação que cuida da informática em projetos científicos e educacionais.

Sabendo da importância da área tecnológica na vida das mulheres – estima-se que em um futuro não muito distante todas as profissões exigirão conhecimento tecnológico – ela participou de entidades que tinham o objetivo de incentivar o trabalho de meninas na indústria da tecnologia.

Carol Shaw

Hoje não é difícil encontrar influenciadoras digitais que são gamers. Algumas delas alcançaram o sucesso de forma tão grandiosa que hoje precisam de ferramentas como Wix Bookings para organizar o seu tempo. Mas o interesse feminino nessa área não surgiu só agora.

Carol Shaw foi uma das primeiras funcionárias da Atari, mas não ficou na empresa por muito tempo. Ela foi contratada pela Activision, atuando na área de sistemas.

Seu computador tinha apenas 128 bytes de memória RAM, mas isso não a impediu de desenvolver o primeiro sistema de geração procedural de conteúdo. Ou seja, ela permitiu que em um jogo nenhuma fase fosse igual à anterior.

Ou seja, se atualmente, uma pessoa pode jogar videogame e em cada fase se deparar com cenários, personagens e desafios diferentes, isso é graças ao trabalho de Carol Shaw.

Ela trabalhou no desenvolvimento de jogos como 3D Tic Tac Toe, Super Breakout, Happy Trails e River Raid.

Frances Allen

Ela foi a primeira mulher a vencer o prêmio Turing, o Nobel da Informática, entregue pela Associação para Maquinaria da Computação.

A carreira de Frances aconteceu meio que por acaso, mas foi brilhante. Ela começou a trabalhar na IBG com o objetivo de conseguir pagar as dívidas causadas pelo financiamento universitário. Durante os seus 45 anos na empresa, ela ajudou a transpor os computadores gigantes, tornando-os domésticos. Portanto, ela é uma das responsáveis pelo fato de nós podermos ter computadores em casa.

Atualmente com 86 anos ela já chegou a afirmar que, apesar de ainda haver barreiras que precisam ser quebradas, “as mulheres se interessarão pela ciência da computação”.

Radia Perlman

Referenciada por alguns como a “mãe da internet”, Perlman foi responsável pela criação do Protocolo STP. Isso permitiu que os dados pudessem trafegar mesmo em situações adversas. Basicamente, se os dados encontram um problema na conexão, ao invés de ficarem vagando sem rumo, o sistema introduz anéis de conexão, mostrando a segunda melhor opção e auxiliando na performance da rede.

Além disso, ela foi responsável por uma série de protocolos de segurança de rede e pelo TORTIS – uma linguagem de programação criada com o objetivo de ser um meio ‘amigável’ para o ensino de robótica para crianças.

Aliás essa é mais uma das facetas de Radia. Ela é pioneira no ensino de programação e arquitetura de redes para crianças.

Incluída no Hall da Fama dos inventores, Radia é Designer de software e engenheira de redes.

Leave A Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *